Palestras

Senhores,

Sobre nossa participação na Semana da Economia na Unicamp, eu e o professor Daniel realizaremos uma palestra com enfoque na utilização do esporte a partir das Copas do Mundo e dos Jogos Olímpicos como instrumento de divulgação, afirmação e contestação dos poderes políticos constituídos. Partindo dos Jogos Olímpicos na Grécia Antiga, passaremos pela invenção do ideal olímpico moderno, a utilização das Copas como instrumento de afirmação de poder nas diferentes Ordens Mundiais e a atuação de movimentos sociais e de contestação dentro desses eventos. A palestra será dia 16/10, a partir das 16h.

Para mais informações, clique aqui ou no cartaz do evento.

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Nos vemos lá! :)

Senhores,

Hoje, na palestra aqui em São Paulo, abordei o tema do darwinismo social como forma de justificativa ideológica da supremacia racial no nazismo e sua utilização em eventos esportivos, tais quais os Jogos Olímpicos de Verão de 1936 em Berlim e o amistoso entre Alemanha e Inglaterra em 1938.

Para ajudar na compreensão do tema, segue abaixo o documentário Homo Sapiens 1900.

Abraços,

Rodolfo.

Para esquentar o clima para a palestra de sábado, um momento marcante na história dos Jogos Olímpicos: a chegada da tocha olímpica na abertura das Olimpíadas de Berlim em 1936. Como em todo o período Nazista na Alemanha, o aparato militar como forma de grandiosa propaganda era exposto além da própria suástica.


A foto é da página Imagens Históricas no Facebook.

Abaixo, o vídeo da chegada da tocha olímpica na cerimônia de abertura dos jogos.

 

Senhores,

As relações entre o esporte e a luta pelo poder político datam desde a Grécia Antiga. Ao contrário do que pensa o senso comum, as disputas por poder, remuneração de atletas, subornos e treinamento profissional datam dos primeiros jogos olímpicos.

Nesse sábado, dia 06/10, realizaremos uma palestra abordando essa relação com o tema: COPAS E OLIMPÍADAS: UM REFLEXO DA ORDEM MUNDIAL – O ESPORTE COMO REPRESENTAÇÃO DA LUTA PELO PODER.

Eu e o professor Daniel abordaremos vários eventos esportivos e suas conexões com a luta pelo poder, tais quais:

  • COPAS DO MUNDO:
    • 1934
    • 1938
    • 1970
    • 1978
    • 1990
    • 2010
  • OLIMPÍADAS:
    • Grécia Antiga
    • Ideal olímpico moderno.
    • 1936
    • 1968
    • 1972
    • 1980
    • 1984
    • 1988
    • 1992
    • 2012

Como um exemplo dessa relação, posto abaixo o filme Olympia, de Leni Riefenstahl, de 1938. Nesse filme, dividido em duas partes, a cineasta retrata os jogos olímpicos de 1936 em Berlim. O evento foi utilizado por Hitler como uma forma de propagandear os ideais raciais nazistas a partir da demonstração de superioridade dos arianos nas competições olímpicas. Contudo, o sonho de Hitler não saiu como o esperado…

Aos interessados sobre o tema, fica aqui o convite para a palestra desse sábado.

Mais informações, acesse nossa página sobre PALESTRAS.

Para se inscrever, clique aqui.

Abraços e até sábado. :)

Senhores,
Na noite dessa quinta-feira, dia 20/09/2012, participei do 21o Congresso Médico Acadêmico de Botucatu, no campus da Unesp.
Algumas considerações sobre o que vi e vivi aqui.
Em primeiro lugar, a mesa da qual participei tinha como tema a humanização da saúde, sendo o foco central a relação médico-paciente.
A fala inicial, proferida pelo Prof. Dr. Eder Trezza, foi simplesmente inspiradora. Ele apresentou resultados de uma pesquisa sobre a qualidade do atendimento no HC de Botucatu. Em suma, sua mensagem foi cristalina: apesar da maior parte das pessoas apresentarem uma análise positiva do atendimento, ainda temos muito o que fazer para tornar o espaço de saúde pública no país algo de fato humano.
A segunda fala, proferida pelo acadêmico Natanael Sutikno Adiwardana, foi um relato de sua participação em um projeto inspirado nos Doutores da Alegria. Impressionante a quantidade de estudos acadêmicos que mostram o resultado positivo dessa iniciativa sobre os pacientes. A grande questão a ser respondida é: qual o efeito humanizador dessa experiência sobre os médicos participantes? Pelo que nos foi relatado, o resultado é potencialmente transformador.
Em seguida, a Dra. Wilma Madeira abordou como as novas teorias de comunicação tem transformado as relações de saúde no país. Em sua fala, ficou claro a necessidade de disciplinas que capacitem os médicos a interagirem de forma mais horizontal e menos vertical com os pacientes.
Por último, a minha fala foi sobre as diferentes gerações (X, Y, Z) e a necessidade de compreendermos suas características e relações, tais quais a presença de tecnologias da informação como o Dr. Google.
Após essa breve descrição das falas, deixo aqui a minha conclusão sobre a noite.
Estou impressionado com a quantidade de alunos envolvidos em projetos cidadãos na Medicina da Unesp de Botucatu. Cursinho popular, alfabetização de adultos, Doutores da Alegria… Iniciativas que demonstram que aqueles que optam pela medicina não optam apenas pelo seu lado acadêmico. Optam pelo valor inerente da vida. Optam pela visão de que a vida, independentemente de qualquer dimensão (social, econômica ou política), é algo que se desenvolve e se preserva de forma holística. Da mesma forma, quando nós, professores, optamos pela docência, deixamos claro que acreditamos na geração futura. Acreditamos que pessoas como os jovens acadêmicos com os quais tive contato na noite dessa quinta tem um poder de transformação da sociedade muito maior do que nos fazem crer. Portanto, o que vi ontem foram pessoas que optaram pela medicina e não pela mecânica função de “consultadores” em série. Da mesma forma, pude ver em muitos a opção pela docência em oposição à nefasta postura de “dadores de aula”.
O Congresso ontem foi inspirador. E já rendeu frutos, pois algumas parcerias estão sendo desenhadas entre o HO e os alunos responsáveis pelos projetos sociais da Unesp, sempre com o objetivo de ampliar o acesso à educação cidadã.
E antes que os pessimistas de plantão bradem que esses alunos não correspondem a maioria das pessoas em cursos universitários, eu repito uma das teses que acho fundamental para o desenvolvimento da cidadania: o primeiro passo é sempre qualitativo. O quantitativo é uma consequência desse primeiro passo.
Abraços a todos,
Rodolfo.

Senhores,

Hoje, a partir das 21h30, transmitiremos ao vivo o debate sobre “Eleições e participação política”.

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Abraços e bom debate a todos.