Irã e Hong Kong: live e dicas

Perdeu a live sobre Irã e Hong Kong?

Sem problemas, aqui vai o vídeo.

Nessa live nós acabamos citando vários outros posts e vídeos. Vamos colocar os links todos neste post.

 

Se quiser se aprofundar no tema dos 40 anos da Revolução Iraniana, esse post traz a nossa live sobre o assunto e outros links bacanas.

Também vale a pena clicar aqui para saber mais do confronto indireto entre Arábia e Irã.

E aqui para saber como a tensão entre EUA e Irã ameaça outros países na região.

Discutimos também Hong Kong.

Já fizemos posts e lives sobre o tema também.

Este post aqui trata especificamente de Hong Kong e das questões atuais.

E nesse post aqui você encontra nossa live sobre a origem da atual crise em Hong Kong, bem como um pouco mais sobre a China

 

Curte nosso trabalho?

Vem conhecer e assinar nosso canal no YouTube.

Tá fazendo prova ou quer já se preparar?

Dá uma olhada na nossa REVISÃO ONLINE de ATUALIDADES e nos nossos outros cursos online.

Colômbia: líder em deslocados internos na América Latina

Oi pessoal, no último post da série sobre refugiados e imigrantes vamos falar de Colômbia

Por que falar de Colômbia?

Porque o país é o maior afetado nas Américas pelo deslocamento da sua própria população e isso é uma excelente questão para cobrar em prova, em especial quando só se fala de Venezuela.

Quer contextualizar esse post aqui? Volta nesse, esse, esse e esse, os posts recentes sobre imigrantes e refugiados a parti do novo relatório da ONU. Pra ver o relatório,  clique aqui.

 

Vamos ao mapa?

Esse é o mapa que mostra os deslocados internos pelo mundo, ou seja, pessoas que não saíram de seus países mas que foram forçados pela violência a sair de suas regiões.

Pode parecer “menos mal” do que cruzar fronteiras, mas não é. Se o fato se dá em um país com várias religiões ou etnias, o deslocado muitas vezes pode ser obrigado a ir a uma região totalmente diferente da sua, sofrendo até mesmo marginalização. E mesmo em um país como a Colômbia, mais homogêneo, esse deslocado pode ser obrigado a viver nas ruas, em situação precária ou sem emprego dada a ausência de laços com o local.

 

E por que destacar a Colômbia?

Porque hoje em dia fala-se muito da Venezuela, e isso pode gerar diversos erros de análise e pegadinhas para quem faz prova. Seria um erro “comum” pensar que a Venezuela tem muitos deslocados internos, mas os venezuelanos fogem para os países vizinhos (veja aqui), inclusive para a Colômbia.

A Colômbia, portanto, detém dois destaques: maior número de deslocados internos e maio número de venezuelanos!

 

E por que há tantos deslocados internos?

Por causa do longo conflito entre as guerrilhas e o governo central. Este conflito só terminou em 2016, após aproximadamente 50 anos. Na soma dos anos, os deslocados foram aumentando em número.

Quer saber mais desse conflito? Dá uma olhada aqui e  aqui, vale a pena para se aprofundar.

Já conhece nossos curso online?

Se não conhece ainda, vem dar uma olhada, tem muita coisa boa. É só clicar aqui.

Venezuela: refugiados e imigrantes

Oi pessoal, hoje falaremos do fluxo de deslocados da crise da Venezuela

Como dissemos nos posts anteriores (aqui, aqui e aqui), recentemente a ONU divulgou seu relatório chamado Global Trends, que serve de base e referência para os estudo sobre o tema e, também, para as questões de provas. Se você quiser ver o documento original, clique aqui.

Não lembra a diferença entre refugiados e imigrantes? Dá uma olhada nesse vídeo aqui.

Hoje vamos focar na crise da Venezuela

Primeiramente, é bom lembrar: quem define se aceita alguém apenas como imigrante ou também como refugiado é o país de destino. Isso porque refugiados tem direitos que os imigrantes não tem, e que muitas vezes incluem ajuda financeira.

No relatório da ONU já se fala em mais de 3 milhões de deslocados (mapa abaixo).

 

Posteriormente, a ONU divulgou um número total próximo de 4 milhões, somando já o primeiro semestre de 2019.

Neste novo número, o Brasil aparece como tendo 168 mil venezuelanos em seu território, diferente do mapa acima.

Como tudo em Atualidades, os números são apenas aproximações.

Quer saber mais da crise venezuelana?

Fizemos uma série de posts no começo do ano que podem ajudar.

Esse aqui faz um resumo da crise.

Esse outro mostra os apoio internacionais.

Este e este destacam a figura de Juan Guaidó, o principal líder opositor.

Tem também essa vídeo aula sobre América Latina com trechos interessantes para esse tema.

Já conhece nossos curso online?

Se não conhece ainda, vem dar uma olhada, tem muita coisa boa. É só clicar aqui.

Refugiados e imigrantes, maiores crises de 2018

Oi pessoal, hoje falaremos das maiores crises de refugiados e imigrantes de 2018

Como dissemos nos posts anteriores (aqui e aqui), recentemente a ONU divulgou seu relatório chamado Global Trends, que serve de base e referência para os estudo sobre o tema e, também, para as questões de provas. Se você quiser ver o documento original, clique aqui.

Não lembra a diferença entre refugiados e imigrantes? Dá uma olhada nesse vídeo aqui.

Hoje vamos ver as principais crises de 2018

Primeiramente, não confunda as crises de 2018 com as crises que mais deslocaram pessoas ao longo da história, ok?

Essa imagem abaixo trata só de 2018 e é diferente do nosso post anterior.

Interessante notar: à esquerda a origem dos deslocados, à direita seu destino.

 

Aqui aparece pela primeira vez, com destaque, a Venezuela, que será o tema do nosso próximo post.

Já conhece nossos curso online?

Se não conhece ainda, vem dar uma olhada, tem muita coisa boa. É só clicar aqui.

Refugiados e imigrantes, maiores crises atuais

Oi pessoal, hoje falaremos de refugiados e imigrantes e das maiores crises atuais

Como dissemos no post anterior, recentemente a ONU divulgou seu relatório chamado Global Trends, que serve de base e referência para os estudo sobre o tema e, também, para as questões de provas. Se você quiser ver o documento original, clique aqui.

Não lembra a diferença entre refugiados e imigrantes? Dá uma olhada nesse vídeo aqui.

Hoje vamos ver as principais crises e os maiores destinos de refugiados

Primeiramente, quais são as maiores crises?

O print  nos responde:

Síria

Afeganistão

Sudão do Sul

Myanmar

Somália

 

É legal saber de cabeça?

É legal sim, olha essa questão da Unicamp 2017

De acordo com a Organização das Nações Unidas, a população global submetida a deslocamentos forçados cresceu substancialmente durante os últimos decênios, passando de  milhões para  milhões em 2015. Desse total, os refugiados representam  milhões de pessoas,  milhão a mais que o total registrado  meses antes. Mais da metade dos atuais refugiados do mundo  procede de três países afetados por conflitos armados.

Adaptado de Agência da ONU para Refugiados – ACNUR – Documento Tendencias Globales, 2015.

Indique quais são esses três países.

a) Myanmar, Síria, Somália.

b) Síria, Afeganistão, Somália.

c) Afeganistão, Grécia, Macedônia.

d) Grécia, Macedônia, Myanmar.

Atenção: os dados mudaram, hoje a questão não teria solução da forma como está, mas veja que era necessário sim saber a sequência das grandes crises.

Outro destaque: estas são as crises que, AO LONGO DOS ANOS, somaram mais refugiados. Ou seja, são as maiores nacionalidades afetadas na soma dos anos. Veremos em outro post que, em um ano isolado, outras crises podem ser as mais graves e mesmo assim podem não aparecer na liderança quando se soma todos os anos.

Quer ver uma lista maior? Aqui vai.

 

E quais os países que mais recebem refugiados ou deslocados?

 

Aqui temos a lista que mostra o que comentamos no post anterior: as pessoas em geral fogem para os países vizinhos. Há uma exceção, a Alemanha, que se explica por ser o país mais rico da Europa e um dos mais ricos do mundo.

Segundo o relatório da ONU, a Turquia é o país com mais refugiados e deslocados no mundo. Guarda isso pra prova hein!

Depois a lista continua:

Paquistão

Uganda

Sudão

O que esses cinco países tem em comum? 

São vizinhos de crises como a da Síria, Afeganistão e Sudão do Sul.

Outra dica importante: a Ásia é o continente com mais refugiados no mundo. Pode parecer lógico, mas por impulso muitas pessoas pensam na Europa, já que as notícias na TV priorizam as cenas em que os refugiados chegam ao continente europeu em barcos lotados.

Essa percepção está errada, distorcida pela cobertura que temos aqui no Brasil a respeito das notícias mundiais.

É bom sempre lembrar também: Oriente Médio é Ásia!

Sim, sim…se a gente para pra pensar, é óbvio né? Mas as provas fazem diferente, baseadas em um fato comum nos cursinhos e apostilas.

Qual fato?

O Oriente Médio, dada sua importância, é trabalhado quase como se fosse “outro continente”.

Essa visão é explorada em provas. A UNESP já perguntou certa vez quais eram os principais conflitos da Ásia Ocidental. Muita gente não conseguiu responder.

E se a sua prova pedir mais países além desses cinco? Aqui a lista maior.

No próximo post trataremos das maiores crises de 2018, isoladamente.

Já conhece nossos curso online?

Se não conhece ainda, vem dar uma olhada, tem muita coisa boa. É só clicar aqui.

Refugiados e Imigrantes: números totais segundo a ONU/ACNUR

Oi pessoal, hoje falaremos de refugiados e imigrantes

Recentemente a ONU divulgou seu relatório chamado Global Trends, que serve de base e referência para os estudo sobre o tema e, também, para as questões de provas.

A ONU usa o termo “deslocados forçados” para designar as pessoas que saíram de suas regiões devido à violência ou perseguições.

Usaremos aqui alguns prints feitos a partir do relatório, mas se você quiser ver o documento original, clique aqui.

Antes de começar, você sabe a diferença entre refugiados e imigrantes? Dá uma olhada nesse vídeo aqui.

O que diz o relatório?

O relatório traz diversos números.

UNHCR é o ACNUR, o Alto Comissariados das Nações Unidas para Refugiados.

UNRWA é a United  Nations Relief  and Works Agency,que trata especificamente dos palestinos.

Como vemos, são hoje 70,8 milhões de pessoas vivendo o deslocamento forçado no mundo.

Destas, 41,3 milhões estão dentro de seus países, mas em regiões diferentes daquelas de origem, muitas vezes vivendo sem apoio ou auxílio. Em países formados por diversas etnias ou religiões, esta situação pode ser bastante ruim.

 

Que países recebem essas pessoas?

Ao contrário do que muitos imaginam, a maioria dos deslocados está em países pobres ou em desenvolvimento, apenas uma minoria de 16% chega aos países ricos. Ou seja, 84% estão em países pobres ou em desenvolvimento.

Além disso, 4 em cada 5 deslocados estão em países vizinhos à crise de onde fugiram. Está é uma regra: as pessoas fogem, cruzam a fronteira e, na maioria das vezes, param.

Nos próximos posts veremos detalhes de quais as crises que mais geraram refugiados na história, nos anos recentes, quais os países que mais recebem e também como está a situação da Venezuela nesse contexto.

Já conhece nossos cursos e revisões online?

Se não conhece ainda, vem dar uma olhada, tem muita coisa boa. É só clicar aqui.

 

 

Live sobre China, democracia e autoritarismo

Perdeu nossa Live sobre China a partir das questões de Hong Kong?

Sem problema, e só dar uma olhada aqui.

Tema forte pro ano, cheio de relações que os professores Daniel e Rodolfo exploraram na transmissão da semana passada.

Tem também um post sobre Hong Kong aqui mesmo, é só clicar.

Já viu nossas REVISÕES online? Vale a pena, clica aqui!

 

Hong Kong: perguntas e respostas

Pessoal, hoje o tema é Hong Kong

E por que tratar Hong Kong? Por conta dos recentes protestos e das possíveis relações com outros temas desse ano ou do passado.

Bora?

O que é Hong Kong?

Hong Kong é uma região administrativa especial da China (a outra é Macau), uma região que, como diz o nome, segue outras regras quando comparada à China continental.

Isso é uma herança do passado como colônia britânica: o Reino Unido anexou a região no século XIX (Guerra do Ópio, 1839-42) e a devolução foi feita apenas no fim do século XX (1997). Inicialmente a colônia era uma ilha, depois foi ampliada para o território da península de Kowloon. Desde a devolução, a região vive sob esse tal regime diferenciado, que inclui bandeira, passaporte, câmbio e moeda diferentes da China, por exemplo. Há também um judiciário local e um poder executivo com grande grau de autonomia também, para questões internas. Na prática, Hong Kong está sob o domínio da China continental em termos de política externa e defesa.

Hong Kong é também um grande centro financeiro capitalista. Sua economia, isoladamente, seria a 30a do mundo, fortemente liberal. Sua moeda é a oitava mais negociada do mundo.

Sua população é de 7 milhões de pessoas.

Qual é a crise atual?

O estopim da crise foi a proposta de uma nova lei que permitiria extraditar criminosos para a China continental.

A lei é vista como uma tentativa de reduzir a autonomia de Hong Kong, algo que de fato o governo chinês vem tentando fazer nos últimos anos. Carrie Lam, a governante local, garante que não houve pressão de Pequim, mas o temor permanece.

Grandes manifestações ocorreram recentemente, levando até um milhão de pessoas para as ruas (de uma população de sete milhões).

Houve outras crises recentes?

Sim, em especial a chamada “Revolução dos Guarda-Chuvas”. O nome deriva do uso de guarda-chuvas por parte dos manifestantes para se proteger das bombas de gás lacrimogênio e dos sprays de pimenta que a polícia usou durante os protestos.

A crise teve início quando o governo da China continental buscou interferir nas eleições de Hong Kong. Como dito, Hong Kong tem um sistema bastante autônomo, o que inclui eleições locais para o governo regional. A proposta chinesa incluía criar uma lista de candidatos pré-aprovados por Pequim, o que na prática faria com que as eleições fossem indiretamente direcionadas.

O movimento foi reprimido.

 

Algum outro tema relacionado?

Sim: vale a pena lembrar nosso post recente sobre o Massacre na Praça da Paz Celestial, que esse ano comemora 30 anos. Há uma relação direta no que tange à busca por democracia que enfrenta repressão do governo central. Um tema pode, assim, puxar o outro. E, claro, o governo de Pequim está ciente do simbolismo das datas.

Já viu nossa REVISÃO de ATUALIDADES online? Vem conhecer 🙂