Venezuela: refugiados e imigrantes

Oi pessoal, hoje falaremos do fluxo de deslocados da crise da Venezuela

Como dissemos nos posts anteriores (aqui, aqui e aqui), recentemente a ONU divulgou seu relatório chamado Global Trends, que serve de base e referência para os estudo sobre o tema e, também, para as questões de provas. Se você quiser ver o documento original, clique aqui.

Não lembra a diferença entre refugiados e imigrantes? Dá uma olhada nesse vídeo aqui.

Hoje vamos focar na crise da Venezuela

Primeiramente, é bom lembrar: quem define se aceita alguém apenas como imigrante ou também como refugiado é o país de destino. Isso porque refugiados tem direitos que os imigrantes não tem, e que muitas vezes incluem ajuda financeira.

No relatório da ONU já se fala em mais de 3 milhões de deslocados (mapa abaixo).

 

Posteriormente, a ONU divulgou um número total próximo de 4 milhões, somando já o primeiro semestre de 2019.

Neste novo número, o Brasil aparece como tendo 168 mil venezuelanos em seu território, diferente do mapa acima.

Como tudo em Atualidades, os números são apenas aproximações.

Quer saber mais da crise venezuelana?

Fizemos uma série de posts no começo do ano que podem ajudar.

Esse aqui faz um resumo da crise.

Esse outro mostra os apoio internacionais.

Este e este destacam a figura de Juan Guaidó, o principal líder opositor.

Tem também essa vídeo aula sobre América Latina com trechos interessantes para esse tema.

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Refugiados e imigrantes, maiores crises atuais

Oi pessoal, hoje falaremos de refugiados e imigrantes e das maiores crises atuais

Como dissemos no post anterior, recentemente a ONU divulgou seu relatório chamado Global Trends, que serve de base e referência para os estudo sobre o tema e, também, para as questões de provas. Se você quiser ver o documento original, clique aqui.

Não lembra a diferença entre refugiados e imigrantes? Dá uma olhada nesse vídeo aqui.

Hoje vamos ver as principais crises e os maiores destinos de refugiados

Primeiramente, quais são as maiores crises?

O print  nos responde:

Síria

Afeganistão

Sudão do Sul

Myanmar

Somália

 

É legal saber de cabeça?

É legal sim, olha essa questão da Unicamp 2017

De acordo com a Organização das Nações Unidas, a população global submetida a deslocamentos forçados cresceu substancialmente durante os últimos decênios, passando de  milhões para  milhões em 2015. Desse total, os refugiados representam  milhões de pessoas,  milhão a mais que o total registrado  meses antes. Mais da metade dos atuais refugiados do mundo  procede de três países afetados por conflitos armados.

Adaptado de Agência da ONU para Refugiados – ACNUR – Documento Tendencias Globales, 2015.

Indique quais são esses três países.

a) Myanmar, Síria, Somália.

b) Síria, Afeganistão, Somália.

c) Afeganistão, Grécia, Macedônia.

d) Grécia, Macedônia, Myanmar.

Atenção: os dados mudaram, hoje a questão não teria solução da forma como está, mas veja que era necessário sim saber a sequência das grandes crises.

Outro destaque: estas são as crises que, AO LONGO DOS ANOS, somaram mais refugiados. Ou seja, são as maiores nacionalidades afetadas na soma dos anos. Veremos em outro post que, em um ano isolado, outras crises podem ser as mais graves e mesmo assim podem não aparecer na liderança quando se soma todos os anos.

Quer ver uma lista maior? Aqui vai.

 

E quais os países que mais recebem refugiados ou deslocados?

 

Aqui temos a lista que mostra o que comentamos no post anterior: as pessoas em geral fogem para os países vizinhos. Há uma exceção, a Alemanha, que se explica por ser o país mais rico da Europa e um dos mais ricos do mundo.

Segundo o relatório da ONU, a Turquia é o país com mais refugiados e deslocados no mundo. Guarda isso pra prova hein!

Depois a lista continua:

Paquistão

Uganda

Sudão

O que esses cinco países tem em comum? 

São vizinhos de crises como a da Síria, Afeganistão e Sudão do Sul.

Outra dica importante: a Ásia é o continente com mais refugiados no mundo. Pode parecer lógico, mas por impulso muitas pessoas pensam na Europa, já que as notícias na TV priorizam as cenas em que os refugiados chegam ao continente europeu em barcos lotados.

Essa percepção está errada, distorcida pela cobertura que temos aqui no Brasil a respeito das notícias mundiais.

É bom sempre lembrar também: Oriente Médio é Ásia!

Sim, sim…se a gente para pra pensar, é óbvio né? Mas as provas fazem diferente, baseadas em um fato comum nos cursinhos e apostilas.

Qual fato?

O Oriente Médio, dada sua importância, é trabalhado quase como se fosse “outro continente”.

Essa visão é explorada em provas. A UNESP já perguntou certa vez quais eram os principais conflitos da Ásia Ocidental. Muita gente não conseguiu responder.

E se a sua prova pedir mais países além desses cinco? Aqui a lista maior.

No próximo post trataremos das maiores crises de 2018, isoladamente.

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Charge a partir do Massacre da Praça Celestial – 1

Oi pessoal, este post traz uma charge feita a partir do massacre da Praça da Paz Celestial

É muito comum que charges sejam releituras de imagens famosas. Para interpretar corretamente, é preciso conhecer tanto a imagem original, quanto a referência que se faz.

Perdeu nosso post sobre o Massacre da Praça da Paz Celestial? Dá uma olhada aqui.

Vejamos um exemplo.

 

Nesta charge, lê-se um quase suspiro do soldado no primeiro tanque, algo como “já vimos isso antes e lá vamos nós de novo”. Ao mesmo tempo, há um guarda-chuva onde se lê “Hong Kong”.

A que evento a charge faz referência?

O evento em questão é a “Revolução dos Guarda-Chuvas”.

Não foi exatamente uma revolução, na verdade foi um protesto em Hong Kong ocorrido no final de 2014.

E o que podemos depreender da charge?

Tratou-se, em resumo, de uma manifestação que exigia mais liberdade em Hong Kong, um território que já foi colônia britânica e que hoje é parte da China. Mesmo com um regime diferenciado de liberdades, Hong Kong está efetivamente sob domínio chinês. Por isso existe a referência tanto ao guarda-chuva (que virou símbolo do protesto) quanto à repressão chinesa a quem quer que busque mais liberdade. Mesmo sem saber exatamente o que foi o evento em Hong Kong, a referência aos eventos de 1989 permite fazer essa aproximação: um protesto por liberdade que foi reprimido.

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